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Sokols 2017 escreve : Os capatazes, os carrascos e os convardes..Soncente quer ser enterrada viva? 13 Junho 2019

O Skokols 2017, que convoca nova manifestação por ocasião de 05 de Julho em S. Vicente, escreve, na sua página no facebook, que os coveiros estão aí. «Há dias vimos uma conferência de imprensa (supostamente do deputado João Gomes) da parte deles. São gente eleita por nós, supostamente para representar a ilha e defender os nossos interesses no país. Para defenderem o equilíbrio e a harmonia do desenvolvimento das ilhas. Infelizmente, com a desfaçatez reconhecida e com a convicção partidária em alta, tentam incutir aos Sanvicentinos e a população do Norte que temos de engolir e aceitar sermos cidadão de segunda “alinhados com a visão do governo – dos capatazes” e que o que queremos e precisamos, não interessa. Tentam incutir-nos que devemos aceitar, vivos, o nosso enterro porque eles estão aqui para aproveitarem-se da missa do sétimo dia. A estes coveiros junta-se a autarquia que não faz por menos. Ajoelha-se ao partido, cumpre as instruções e tenta impor a cova aos sanvicentinos, assumindo também o papel de carrasco tentando matar, por envenenamento, com as migalhas que lhes permitem manter o status»,lê-se na página de facebook referida. Por isso, esta associação cívica, com sede na cidade do Mindelo, apela a todos os residentes a participarem na manifestação de 0 5 de Julho, demonstrando assim o seu descontentamento para com as politicas públicas do Governo central para a ilha do Monte Cara. Confira detalhes no citado post, que publicamos a seguir.

Sokols 2017 escreve : Os capatazes, os carrascos e os convardes..Soncente quer ser enterrada viva?

Os capatazes, os carrascos e os convardes..Soncente quer ser enterrada viva?

Temos assistido ao longo dos tempos, particularmente nos últimos trinta anos, a morte de Soncent por homicídio doloso e qualificado. Uma morte há muito anunciada que vem sendo concretizada paulatinamente e que agudizou com a articulação coordenada dos capatazes, dos carrascos e dos coveiros.

Os capatazes, senhores do centro, que querem se figurar como os genuínos cabo-verdianos, colocando os demais da “periferia” como de segunda, basta ver como somos tratados a nível dos transportes e oportunidades de desenvolvimento, delinearam o seu plano para fazer a “a capital - especial” o centro do país. São eles conhecidos e estão em todos os lados partidários dos sucessivos governos. Sentem que podem tudo, impõe tudo e decidem tudo, claro, na visão focada na menina dos seus olhos: “O centro – especial”. Para nós, da “periferia”, divagam na demagogia e anúncios para os próximos cinquenta anos?! Sabendo todos que muito do que é dito não passa disto: propaganda enganosa.

Os carrascos, estes algozes e diligentes comandados pelos capatazes cumprem escrupulosamente as ordens do centro do poder, seja ele nos partidos ou nos governos. Pena serem eles muitas vezes gente de Soncent que já abandonaram as suas origens, perderam a empatia com os seus semelhantes e tentam de todas as formas rebaixar a ilha e os seus resistentes com a retórica assimilada na mudança de chip que foram sujeitos no centro-especial.

Os coveiros estão aí. Há dias vimos uma conferência de imprensa da parte deles. São gente eleita por nós, supostamente para representar a ilha e defender os nossos interesses no país. Para defenderem o equilíbrio e a harmonia do desenvolvimento das ilhas. Infelizmente, com a desfaçatez reconhecida e com a convicção partidária em alta, tentam incutir aos Sanvicentinos e a população do Norte que temos de engolir e aceitar sermos cidadão de segunda “alinhados com a visão do governo – dos capatazes” e que o que queremos e precisamos, não interessa. Tentam incutir-nos que devemos aceitar, vivos, o nosso enterro porque eles estão aqui para aproveitarem-se da missa do sétimo dia. A estes coveiros junta-se a autarquia que não faz por menos. Ajoelha-se ao partido, cumpre as instruções e tenta impor a cova aos sanvicentos, assumindo também o papel de carrasco tentando matar, por envenenamento, com as migalhas que lhes permitem manter o status.

Por isso é tempo da população de São Vicente e do Norte do país dizer que estamos vivos. Que somos cidadãos iguais aos outros, que queremos apenas igualdade de direitos e de tratamento, que não estamos mortos, estamos vivos e não aceitamos ser enterrados desta forma.

Por isso, devemos todos sair à rua no dia 5 de Julho e dar prova de vida mostrando que estamos livres das amarras convenientes, sejam elas partidárias ou de outros interesses pessoais e profissionais. Por isso, chegou a hora de mostrar aos partidos e as conveniências que um país se faz de cidadãos livres, de ideias de desenvolvimento inclusivas e agregadores do todo, de um desenvolvimento equilibrado, harmonioso e justo. Por Soncent, vamos lá! SOKOLS2017 (post na sua página de facebook)

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