OPINIÃO

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Sobre a sinceridade 15 Abril 2018

A sinceridade conduz o individuo a agir sempre como ele é, mesmo em relação aos seus sentimentos mais profundos. O homem sincero é fiel à sua essência e age sempre de forma autêntica e transparente, ele não é um ser fragmentado e nem se abre à corrupção.

Por: José João Neves Barbosa Vicente

Sobre  a sinceridade

Ser sincero é dever natural de cada ser humano; desviar dessa grande virtude significa alterar a si próprio e viver sob disfarce. Ser sincero é, portanto, manter-se sem alteração e repugnar as máscaras. No indivíduo sincero, discurso e ação sempre coincidem e não há desacordo entre sua conduta e suas palavras; sem qualquer disfarce, ele se mostra sempre tal como ele é.

Cultivar a sinceridade incessantemente é manter-se, portanto, sempre como ser humano e proteger-se sem alteração. A sinceridade não desfigura o homem, apenas o fortalece como tal e o mantém sempre como ele é; por outro lado, o disfarce o degrada profundamente em todos os seus aspectos.

O sincero não disfarça para agradar o outro porque nele não há espaço para esse tipo de atitude; sua ação não tem o propósito de agradar este ou aquele indivíduo, mas sim fazer ou dizer o que é. A sinceridade conduz o individuo a agir sempre como ele é, mesmo em relação aos seus sentimentos mais profundos. O homem sincero é fiel à sua essência e age sempre de forma autêntica e transparente, ele não é um ser fragmentado e nem se abre à corrupção. Ele não apenas está longe ou distante daqueles que agem por meio de máscaras ou disfarces, mas também tem uma repulsa radical a esses tipos de artifícios.

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