POLÍTICA

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Responsável concelhio do MpD em São Vicente: “Compreendo e me solidarizo com a reivindicação dos são-vicentinos sobre transportes aéreos” 12 Janeiro 2019

A presidente da Comissão Política Concelhia do MpD, em São Vicente, Maria Santos Trigueiros, disse hoje,11, no Mindelo, que compreende e solidariza-se com a reivindicação dos são-vicentinos sobre transportes aéreos internacionais de e para a ilha.

Responsável concelhio  do MpD em São Vicente: “Compreendo e me solidarizo com a reivindicação dos são-vicentinos sobre transportes aéreos”

“Qualquer pessoa que esteja a viajar gosta de sair do seu ponto de embarque e viajar sem interrupção e alteração até o seu ponto de destino”, concretizou a mesma fonte que, no entanto, diz já não concordar que se continuasse a investir cerca de 300 mil contos/mês numa empresa (TACV) que ainda “não consegue andar com os seus próprios pés”.

“Confio naquilo que o Governo está a fazer no sentido de tentar revitalizar a empresa Cabo Verde Airlines, que ficou moribunda há muitos anos no passado, sem aviões, sem capital e sem credibilidade”, lançou a responsável local do Movimento para a Democracia (MoD, no poder), em conferência de imprensa, convocada para evocar o Dia da Liberdade e da Democracia (13 de Janeiro).

Ademais, segundo a fonte, o Governo, em primeiro lugar, terá que garantir a sustentabilidade da empresa e chegar ao momento em que será possível garantir essa ligação internacional sem interrupção de e para São Vicente, em vez de estar “a hipotecar recursos” dos cabo-verdianos na empresa.

“Claro está que o problema não vai ficar sem solução sine die, mas confiamos que se está à procura das melhores condições”, notou a responsável partidária, pelo que, precisou, “resta aguardar em proveito e benefício do maior número de pessoas em Cabo Verde que necessitam desse 300 mil contos” que estavam a ser utilizados pelos TACV mensalmente “sem retorno”.

Questionada sobre o facto de a economia da ilha estar a ressentir com o corte das ligações internacionais da Cabo Verde Airlines, até que surja a solução, Maria Santos Trigueiras sustentou que o desenvolvimento de São Vicente “não está parado” porque há alternativas para sair da ilha, através de uma companhia portuguesas, seis vezes por semana.

“Não se está a protelar sine die, mas sim o Governo trabalha até ter as condições financeiras para garantir essa viabilidade, pois 300 mil contos numa única empresa é muito dinheiro, sem garantia de retorno”, concluiu, ao mesmo tempo que pedia “um bocadinho de paciência” para que estejam reunidas as condições para a retoma dos voos. A Semana/Inforpress

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