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Presidenciais na Guiné: Candidato do PAIGC Domingos Simão Pereira promete retornar Guiné-Bissau a competir com nações do mundo se for eleito 09 Setembro 2019

Com o país praticamente em campanha eleitoral, o candidato do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) para as eleições presidenciais, Domingos Simões Pereira, garantiu na tarde deste sábado, 07 de setembro de 2019, que, se for eleito como o Presidente da República da Guiné-Bissau no dia 24 de novembro, retornará o país a competir com outras nações do mundo.

Presidenciais na Guiné: Candidato do PAIGC Domingos Simão Pereira promete retornar Guiné-Bissau a competir com nações do mundo se for eleito

Segundo o jornal O Democrata, Domingos Simões Pereira falava no acto de apresentação pública da sua candidatura suportado pelo PAIGC, perante os militantes e simpatizantes que estavam no espaço verde de bairro de Ajuda em Bissau (ver foto na roda-pé desta peça). Na ocasião, Simões Pereira disse que no dia de escrutínio o povo guineense tem apenas uma escolha: votar o candidato do PAIGC para que o país possa ter paz e tranquilidade rumo ao desenvolvimento almejado.

“No sistema semipresidencial, o Presidente da República não pode interferir nos assuntos da governação e muito menos pôr em causa a vontade popular. Quando o povo escolher uma formação política para governar, o chefe de estado é obrigado aceitar essa vontade, porque o povo é quem ordena na democracia. O Presidente da República no sistema semipresidencial é garante da estabilidade, símbolo de paz e unidade nacional, sendo assim deve emprestar a voz àqueles que não tem voz e ser advogado para aqueles que são considerados vulneráveis”, informou.

Domingo Simão Pereira garantiu, por outro lado, que quando for eleito no dia 24 de novembro será presidente de todos os guineenses, sem descriminação de qualquer tipo de raça, ideologia, cor e religião, promovendo assim unidade nacional para todos filhos da Guiné-Bissau. Neste particular, acrescentou que não é aceitável no pleno século XXI a Guiné-Bissau continua a ter mais de 60 por cento das populações analfabetos. Por isso, defende que o Presidente da República tem que procurar saber em que zona do país que as pessoas não têm acesso ao ensino e advogar para essas pessoas junto do governo para resolver essa situação, conclui o candidato presidencial do PAIGC, citado pelo jornal O Democrata.

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