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Morreu Tony Morrison, única da ’raça’ com um Nobel de Literatura 07 Agosto 2019

A celebrada autora de "Beloved", a escritora ’afro-americana’ Toni Morrison, de 88 anos, prémio Nobel da Literatura de 1993, morreu na madrugada desta terça-feira, 6, num hospital de Nova Iorque, anunciou um comunicado conjunto da família e da sua editora, a Knopfl.

Morreu Tony Morrison, única da ’raça’ com um Nobel de Literatura

A consagração literária de Toni Morrison chegou aos cinquenta e dois anos, com o maior prémio da literatura mundial. Uma proeza, já que é de 65 anos em média a idade dos 114 laureados com o Nobel de Literatura, entre 1901 e 2017.

Mas até 1988 ela tinha sido preterida em todos os grandes prémios da literatura. E frustrara-se-lhe a ascensão literária que parecia ter arrancado em 1977 quando recebeu o prémio da crítica americana.

Foi então que um grupo de quarenta e oito personalidades do meio literário se manifestou publicamente, no New York Times de 19 de janeiro de 1988, sobre o facto de os grandes prémios ignorarem “o trabalho pioneiro de Morrison” no qual se “identificam caraterísticas do feminismo pós-moderno".

Dois meses depois, o prémio Pulitzer de ficção foi entregue a Toni Morrison pelo romance "Beloved" "— uma saga protagonizada por uma escrava no século XIX.

Cinco anos depois ela recebia o Nobel da Literatura.

O júri do maior prémio da literatura mundial reconhecia que o trabalho de Toni Morrison “altera as dicotomias euro-americanas e reescreve a história contada pelos livros”. Fontes: Sites das instituições referidas.

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