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Hong Kong: Protestos anti-Pequim intensificam, greves, raquetes contra granadas de gás 03 Setembro 2019

A greve de estudantes na ’rentrée’ de 2 de setembro segue-se aos protestos de sábado reprimidos com mais violência desde que a onda pró-democracia irrompeu na ilha ex-colónia britânica em 5 de junho.

Hong Kong: Protestos anti-Pequim intensificam, greves, raquetes contra granadas de gás

As primeiras horas da semana laboral começaram com a greve de estudantes (foto), que paralisou o regresso às aulas em universidades e alguns liceus, bem como, a ação que gerou o caos no sistema de transportes (que a nível mundial, destaca-se pela sua eficácia), com manifestantes a bloquear as portas dos meios de transporte públicos impedindo a sua saída das estações, com efeitos, embora menores, semelhantes aos da greve no dia 5 de agosto na cidade-estado de milhões.

Na antevéspera, o décimo-segundo sábado de protestos foi um dos mais intensos com as forças da ordem a lançarem granadas de gás lacrimogéneo, pimenta em spray e tinta azul contra os manifestantes. Estes tinham-se prevenido com máscaras e raquetes com que rebatiam as granadas (foto).

A utilização de tinta azul visa permitir identificar pessoas que serão depois presas. A prática foi utilizada também na manifestação dos coletes azuis em frança. A IA-Amnistia Internacional tem vindo a denunciar o uso de canhões de água com tinta azul, porque além de "constituir um atentado contra a liberdade de manifestar" existem perigos para a integridade física devido à "força do jato e aos produtos tóxicos contidos na tinta".

Fontes: AFP/AP/BBC/Le Monde

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