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Forças Armadas: CEMFA congratula-se com missões e actividades operacionais da Unidade Justino Lopes 19 Mar�o 2019

O chefe do Estado Maior das Forças Armadas (CEMFA), Anildo Morais, manifestou hoje sua satisfação com as missões e actividades operacionais da Unidade Justino Lopes, exortando todos a cultivarem o legado deixado na unidade.

Forças Armadas: CEMFA congratula-se com missões e actividades operacionais da Unidade Justino Lopes

Anildo Morais fez esta intervenção durante a abertura da cerimónia das comemorações do dia da Unidade Justino Lopes, que teve lugar no Comando da 3ª Região Militar, apontando que a unidade possui uma “rica história”, fruto do contributo dado ao longo dos anos pelas diversas gerações de militares que antecedem os actuais, e que hoje representam.

Conforme avançou, celebrar este dia é lembrar o patrono Justino Lopes, herói nacional, cujos princípios continuam a dar mote às actividades desenvolvidas, “de forma sempre dedicada”.

“As missões que têm sido aqui cumpridas são indicadores da actividade operacional desenvolvida, da disponibilidade e capacidade que temos instalado, sendo de realçar o vosso empenhamento e dedicação em prol da pátria”, sublinhou.

Referiu também que durante o ano de 2018 “foi notável a melhoria das condições de vida” na unidade, sendo que o “aumento exponencial” da actividade operacional é outro “aspecto marcante” alcançado “graças ao esforço de todos”.

Por isso, salientou que a unidade deve manter sempre esta “atitude de resiliência”, ultrapassando os limites impostos pelo condicionalismo existentes e continuar a exercer as expectativas.

Neste sentido, exortou a todos os militares a cultivarem o espírito do herói nacional Justino Lopes, honrarem o seu nome e seu legado e, principalmente, a tradição de operacionalidade e engajamento da unidade.

Nascido a 18 de Março de 1925, em Santa Catarina (Santiago), Justino Lopes viajou para Angola aos 22 anos.

Porém, “devido aos maus tratos praticados pelos colonialistas” refugiou-se na República Democrática de Congo, onde esteve durante 22 anos.

Em 1968 partiu para União Soviética onde fez a preparação militar em artilharia.

De regresso à Guiné Conakry participou em várias acções militares e faleceu no dia 10 de Fevereiro de 1970, quando foi atingido mortalmente na sequência de um ataque. A Semana com Inforpress

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