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Estradas: Falta de mão-de-obra qualificada preocupa empresas de construção em Santo Antão 07 Junho 2020

A falta de mão-de-obra qualificada em Santo Antão, como fazedores de pedras de calçada, calceteiros e pedreiros, tem sido uma preocupação para as empresas de construção, que têm dificuldades em encontrar esse tipo de operários no mercado.

Estradas: Falta de mão-de-obra qualificada preocupa empresas de construção em Santo Antão

É o caso da Spencer Construções, que, segundo a presidente desta empresa João Spencer citado pela Inforpress, está a braços com o problema de mão-de-obra qualificada para as estradas que está a executar, nesta altura, na ilha de Santo Antão.

João Spencer mostra a sua inquietação, sobretudo, com relação à estrada para Tarrafal de Monte Trigo, no Porto Novo, cuja “falta de pessoal qualificado” tem estado a condicionar o andamento desta obra, em execução há cerca de dois anos, avançou.

Porém, para a estrada Espongeiro/Lagoa do Planalto Leste, Spencer Construções conseguiu recrutar 30 fazedores de pedra de calçada, que estão, já há algum tempo, a trabalhar com esta empresa, que está, também, a executar a estrada de Chã de Branquinho.

Outras empresas de construção civil, que estão a executar obras em Santo Antão, têm-se queixado, igualmente, da falta de trabalhadores qualificados, sendo obrigadas, em alguns casos, a recrutar jovens de outras ilhas para suprir este problema.

Segundo ainda a Inforpress, estão, actualmente, em construção em Santo Antão, seis estradas, sendo três no Porto Novo (Tarrafal de Monte Trigo, Martiene e Chã de Branquinho), duas em Ribeira Grande (Lagoa do Planalto Leste e Cruzinha) e uma no Paul (Figueiral).

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