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Espanha e agressão sexual e grupo: Governo feminista de Sánchez posto à prova ante “La Manada” —“O governo partilha do estado de alarme social” 24 Junho 2018

Os protestos de quinta e sexta-feira, 21 e 22, em toda a Espanha contra a libertação de cinco homens condenados por “agressão sexual” põem à prova o governo socialista de Pedro Sánchez, que conta onze ministras, entre os dezoito governantes.

Espanha e agressão sexual e grupo: Governo feminista de Sánchez posto à prova ante “La Manada” —“O governo partilha do estado de alarme social”

“Para lutar contra os atentados à liberdade e integridade, o governo compromete-se a estudar a possibilidade de o serviço jurídico do Estado se apresentar como parte civil em defesa das vítimas” de agressão sexual, anunciou, esta sexta-feira, a porta-voz do governo.

“O governo partilha do estado de alarme social de toda a Espanha”, afirmou Isabel Celaá, que reconheceu que a libertação de “A Manada” foi “uma surpresa” para o executivo.

Os protestos contra a libertação dos agressores ocorrem dois meses depois das grandes manifestações, de milhares de mulheres em mais de trinta cidades espanholas, contra a decisão dos juízes de Pamplona que decidiram não reter a acusação de “violação” contra “A Manada”.

Os cinco homens, residentes em Sevilha, com idades entre os 27 e 29 anos, entre eles um militar e um agente da guarda civil, filmaram os seus próprios atos criminosos. Além do crime mediatizado ocorrido nas festas de San Férmin na Navarra, está a ser investigado um outro crime pelos mesmos em Córdova. As pistas foram dada por imagens obtidas nos telemóveis, anuncia a imprensa espanhola referida.

Fontes: Le Monde/El Pais/DW.de/EFE

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