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Escritora Vera Duarte representa Cabo Verde na XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará 09 Agosto 2019

A convite da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, Brasil, a escritora cabo-verdiana Vera Duarte participa da “XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará”, que acontece de 16 a 25 deste mês, com a temática "As Cidades e os Livros" sob curadoria da escritora Ana Miranda e dos professores e escritores Inês Cardoso e Carlos Vazconcelos.

Escritora Vera Duarte representa Cabo Verde na XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará

A “Bienal Internacional do Livro do Ceará” já se firmou na agenda cultural do País, como sendo um acontecimento que mobiliza o público, impulsiona o mercado e promove a leitura. Sob essa ampla temática, a Secretaria da Cultura do Estado do Ceará harmoniza, mais uma vez, Educação, Cultura, Conhecimento, Economia e Cidadania, buscando contribuir para a reinvenção da vida por meio da palavra em suas múltiplas possibilidades.

A convite de entidade brasileiras, Vera Duarte aproveita a ocasião para falar sobre Cabo Verde e diversas atividades literárias, nomeadamente da literatura cabo-verdiana e da escrita de autoria feminina.

Percurso da escritora

Vera Valentina Benrós de Melo Duarte Lobo de Pina é natural de São Vicente. Estudou Direito na Universidade Clássica de Lisboa e de volta a Cabo Verde, foi Juiz conselheira do Supremo Tribunal da Justiça e Conselheira do Presidente da República. Em 1995, recebeu o Prémio Norte-Sul do Conselho da Europa, em reconhecimento à sua luta na defesa dos direitos humanos. Integrou a Comissão Africana dos Direitos do Homem e dos Povos e a Comissão Internacional de Juristas. Também foi ministra da Educação, e dirigiu a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e Cidadania (CNDHC) em Cabo Verde.

Estreou-se nos livros com a obra poética “Amanhã Amadrugada” (poesia, 1993), a que se seguiram “O Arquipélago da Paixão” (poesia, 2001, Prix Tchicaya U Tam’si de poésie africaine), “A Candidata” (ficção, 2004, prémio Sonangol de Literatura), “Preces e Súplicas ou os Cânticos da Desesperança” (poesia, 2005), “Construindo a Utopia” (ensaio, 2007), “A Palavra e os Dias” (crónicas, 2013) e “A Matriarca – Uma Estória de Mestiçagens” (romance, 2017).

Goza de boa fortuna crítica e as suas obras têm sido objeto de estudo e de teses de mestrado, doutoramento e pós-doutoramento, em várias universidades. Foi eleita Patrona dos Colóquios da Lusofonia em 2016, nos Açores, Sócia Correspondente Lusófona da Academia das Ciências de Lisboa em Maio de 2017, Lisboa, Portugal e Membro Correspondente da Academia Gloriense de Letras em Novembro de 2017, Sergipe, Brasil. É também, membro da Academia Cabo-verdiana de Letras.

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