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Em luta pelo futuro da Terra: "Governos têm de agir já com medidas para reduzir o aquecimento global" 22 Setembro 2019

A Greve Mundial pelo Clima a decorrer desde o dia 20 até 27 mobilizou na sexta-feira mais de um milhão de pessoas que sairam à rua em duas mil cidades dos cinco continentes. A maior concentração de grevistas pelo clima aconteceu perto do edifício das Nações Unidas, em Nova Iorque, com a presença da defensora do clima Greta Thunberg, que começou há um ano, aos 15 anos, as greves frente ao parlamento sueco contra o aquecimento global.

Em luta pelo futuro da Terra:

Os primeiros a sairem à rua pelo clima na sexta-feira, 20, foram os estudantes
das Ilhas Salomão (2ª foto a contar da direita, ao alto), seguidos por centenas de milhares de manifestantes na Austrália (2ª foto descendente à esquerda) uma hora depois (com fusos horários, respetivamente de doze e onze horas sobre Cabo Verde).

O balanço, passadas vinte e quatro horas sobre o início da ’Greve Mundial pelo Clima’, da América à Ásia e da África à Europa, dá conta de mais de um milhão de pessoas, sobretudo estudantes mas a adesão dos mais velhos começa a notar-se em especial nas cidades da Alemanha e da Austrália.

Nos cinco continentes, o movimento "Fridays for the Future" conseguiu mobilizar mais de um milhão que sairam à rua com slogans cada um mais desafiante que o precedente, em criatividade juvenil, a pedir aos governos reunidos a partir de segunda-feira, 23 na Assembleia-Geral da ONU, que implementem medidas para reduzir o aquecimento global.

Em Nova Iorque, onde esteve a Greta Thunberg, as estimativas oscilam entre os 250 mil e os sessenta mil participantes. Berlim foi a capital mundial que mais mobilizou os cidadãos, com 100 mil manifestantes.

Também foi na Alemanha que houve ’ações mais afirmativas’, como os bloqueios em hora de ponta ao trânsito automóvel (última foto, ao fundo, à direita). Uma repetição das iniciativas de cidadãos que em Frankfurt, há duas semanas, bloquearam a autoestrada que liga à capital e invadiram o emblemático Salão Automóvel que mostra o mundo a poderosa produção industrial alemã todos os anos na rentrée (escolar mas também política e de outras instituições).

Fontes: AFP/AP/site da ABC.au/DW/Le Monde/BBC

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