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El Salvador: Eleições domingo sob alta segurança, mais de 23 mil soldados no menor país da América Central — Decisão na 2ª volta, em março 04 Fevereiro 2019

Os salvadorenhos foram este domingo às urnas para eleger o sucessor do presidente Salvador Sánchez Cerén. As previsões são de que o pleito só ficará decidido em 10 de março, na segunda-volta, entre os candidatos Nayib Bukele, do partido GANA-Grande Aliança para a Unidade Nacional que fundou após ter sido expulso do partido FMLN-Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional, e Carlos Calleja, da Arena-Aliança Republicana Nacionalista, partido que governou o país desde 1992 até 2009.

El Salvador:  Eleições domingo sob alta segurança, mais de 23 mil soldados no menor  país da América Central — Decisão na 2ª volta, em março

Quatro candidatos apresentaram-se este domingo, 3, à eleição presidencial — a sexta desde que em 1992 foram assinados os acordos de paz que puseram fim às guerrilhas — na quarta economia da América Central: o empresário Carlos Calleja, de 42 anos, do partido Arena-Aliança Republicana Nacionalista; Hugo Martínez, político e diplomata, do partido FMLN-Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional; Joshua Alvarado, empreendedor que viveu longos anos no estrangeiro e apoiado pelo recém-criado partido Vamos; e Nayib Bukele, ex-presidente da câmara da capital, San Salvador, apoiado pelo partido GANA-Grande Aliança para a Unidade Nacional. Bukele foi duas vezes eleito autarca apoiado pela FMLN, que o expulsou em 2017.

A campanha eleitoral decorreu entre 2 de outubro e 30 de janeiro. Houve dois debates: em 16 de dezembro, na Universidade de El Salvador, e em 13 de janeiro, num local que por razões de segurança não foi divulgado, a pedido da Associação das Universidades Privadas de El Salvador (Auprides). Ambos os debates tiveram ampla difusão via rádio, televisão e outros meios.

Favorito nas sondagens quebra alternância entre Arena e FMLN

Se se confirmarem as sondagens, que desde julho e até 23 de janeiro dão Bukele como favorito, será a primeira vez em trinta anos que a presidência não é decidida entre os candidatos dos dois partidos tradicionais.

Silêncio eleitoral começou na 5ª, 31 sob forte tensão

O Supremo Tribunal Eleitoral fez, na noite anterior à entrada em vigor da norma, recordar que a proibida a difusão de "propaganda política, eleitoral e governamental" na imprensa escrita, rádio e televisão, ou qualquer outro meio.

A mobilização de mais de 23 mil soldados justifica-se pelo facto de que a República de El Salvador figura entre os países mais violentos do mundo. Apesar dos acordos de paz assinados em 1992, os salvadorenhos tiveram de enfrentar uma nova fonte de insegurança: a criminalidade, sobretudo na capital, onde dois grupos rivais contavam um total de 60 mil membros.

https://www.critica.com.pa/mundo/el-salvador-entra-en-etapa-de-reflexion-y-prohibe-la-propaganda-electoral-539873
Fontes:www.critica.com.pa/ Foto EFE.

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