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Debate na AN: Ministro dos Transportes destaca ganhos da privatização da TACV 14 Mar�o 2019

O ministro dos Transportes destacou hoje no Parlamento que o Governo conseguiu, em menos de três anos, privatizar a TACV, o que não foi alcançado pelo PAICV, que esteve 15 anos a governar Cabo Verde.

Debate na AN: Ministro dos Transportes destaca ganhos da privatização da TACV

José da Silva Gonçalves falava na abertura do debate parlamentar sobre os transportes e a conectividade do país, proposto pelo Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) e pela União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID), ambos partidos da oposição.

Segundo o ministro citado pela Inforpress, a reestruturação da TACV durou três décadas, de 1991 quando foi feito o primeiro estudo de reestruturação até 2019, mas não alcançou resultados palpáveis. Isto até a tomada de posse deste novo Governo que implementou a reestruturação “em tempo record”, ou seja, em menos de três anos, regozijou-se.

“Foi um dossiê de tamanha complexidade que foi levado a cabo com total transparência e no estrito cumprimento das leis do país. Foi um processo que passou por 17 grandes etapas”, sentenciou José da Silva Gonçalves lembrando que a outra alternativa seria a liquidação, mas tal nunca foi opção do Governo que “sempre quis ressuscitar e recuperar” a empresa para e “resolver o problema dos transportes aéreos”.

Isto porque, adiantou, o governante a estimativa que o Governo fez caso liquidasse a TACV era que “custaria mais de 20 milhões de contos e implicava hipotecar as gerações presentes e futuras” que passariam a pagar “mais de 36 mil contos por cada um dos estimados 550 mil habitantes” em Cabo Verde.

José da Silva Gonçalves adiantou que com a privatização da TACV criou-se também “um novo negócio de hub aéreo no Sal para ligar Cabo Verde aos quatro continentes” e transportar “milhões de passageiros” com “forte reflexo” no turismo e com a perspectiva de “criar milhares de postos de trabalhos bem remunerados”.
O ministro não respondeu os deputados do PAICV e da UCID sobre a divida que o Estado de Cabo Verde deve ao Icelandair e que supostamente será subtraída dos 143 mil contos da venda dos 51% das ações da TACV pela Loftleidir Cabo Verde, do Grupo Loftleidir Icelandic.

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