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Criminalidade em Santiago: Detido suspeito por crimes de roubo com violência à mão armada e sequestro de um familiar do gerente da Caixa Económica de São Miguel 03 Setembro 2019

O Tribunal da Comarca de Santa Catarina de Santiago começou a ouvir em processo, esta segunda-feira, um homem suspeito de autoria material de crimes de roubo com violência à mão armada e de sequestro, envolvendo um familiar do gerente da Caixa Económica de Calheta de São Miguel. Tudo com o objetivo de lhe extorquir o montante de mil contos em dinheiro.

Criminalidade em Santiago: Detido suspeito por crimes de roubo com violência à mão armada e sequestro de um familiar do gerente da Caixa Económica de São Miguel

O suposto sequestrar foi preso e entregue ao poder judicial. Em comunicado, a Polícia Judiciária informa que a operação foi executada através da Secção de Investigação de Crimes Patrimoniais – Brigada de Combate ao Banditismo – em cumprimento de um mandado emitido pelo Ministério Público da Comarca de Santa Catarina de Santiago. Precisa que foi, esta segunda-feira, 02, que deteve, no bairro de Achada Grande Frente, na Praia, fora de flagrante delito, o referido cidadão do sexo masculino. Tudo por ser suspeito da prática de um crime de roubo com violência sobre pessoa, na sua forma agravada, um crime de sequestro e um crime de detenção ilegal de arma de fogo.

«O indivíduo em causa é suspeito de autoria material no crime de roubo e de participação no crime de sequestro, envolvendo um familiar do gerente da Caixa Económica de Calheta de São Miguel, com o objetivo de lhe extorquir o montante de um milhão de escudos (1.000.000$00). Os crimes terão sido cometidos em setembro de 2017», descreve a PJ.

Segundo a mesma fonte, o detido foi presente, na tarde desta segunda-feira, ao Tribunal da Comarca de Santa Catarina, para efeito do primeiro interrogatório judicial de arguidos detidos e aplicação de medidas de coação pessoal, que ainda no momento do fecho desta edição estavam por ser conhecidas. Seja como for, espera-se que o acusado fica em prisão preventiva ou sob Termo de Identidade e Residência (TIR).

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