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Chipre: Crimes contra estrangeiras continuam mesmo após ministro da Justiça demitir-se “envergonhado com as atitudes da sociedade que nos desonram a todos” 18 Julho 2019

Primeiro, foi o soldado ’serial-killer’ que matou sete pessoas, cinco empregadas domésticas vindas das Filipinas, do Nepal e da Roménia, e as filhas de duas delas, de seis e oito anos. Esta quarta-feira é notícia a violação em grupo de uma turista de 19 anos na república insular e destino turístico no Mediterrâneo.

Chipre: Crimes contra estrangeiras continuam mesmo após ministro da Justiça demitir-se “envergonhado com as atitudes da sociedade que nos desonram a todos”

O ministro da Justiça, Ianos Nicolaou, disse que se demitia envergonhado porque a polícia negligenciou a investigação dos crimes — do ’serial-killer’ que matou sete pessoas todas do sexo feminino, incluindo crianças – por se tratar de estrangeiros.

“As atitudes da polícia e da sociedade local desonraram-nos a todos”, considerou Nicolaou à saída da reunião em que o presidente e chefe do executivo cipriota, Nicos Anastasiades, aceitou o pedido de demissão.

Mal a polícia encerrou o caso das sete vítimas – cuja solução foi dada pelo próprio “serial-killer”, o capitão do exército Nikos Metaxas, de 35 anos, que disse estar arrependido e não entender o motivo do "seu horrível crime" — já a Justiça tem entre mãos a investigação dum outro crime contra uma estrangeira, neste caso uma turista de 19 anos.

Fonte: Reuters/Times of Israel/Foto: Foi a confissão do homicida que permitiu deslindar o caso de sete estrangeiras, cinco mulheres e duas crianças, dadas como desaparecidas. O ’serial-killer’ indicou que atirara os corpos num lago desativado por estar demasiado poluído, a 20 km de Nicósia, a capital do país.

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