OPINIÃO

A SEMANA : Primeiro diário caboverdiano em linha

Cabo Verde: A nova onda 21 Outubro 2019

Vamos unir e mudar essas manobras ilegais e destruidoras do nosso futuro. Chegou a hora de organizarmos as nossas forças e projectos para avançarmos para o primeiro passo rumo à mudança. Nas ilhas também, grupos de activistas precisam unir e recolher 3 mil assinaturas nas autarquias onde acham que existe alguém capaz de gerir a câmara municipal de forma mais progressiva.

Por: Carlos Fortes Lopes

Cabo Verde: A nova onda

A política criminal definida pelos órgãos de soberania (artigos 225.º da Constituição da República – CRCV – e 2.º da Lei n.º 89/VII/2011, de 14 de fevereiro, aprovou a Orgânica do Ministério Público – LOMP-, alterada pela Lei n.º 16/IX/2017, de 13 de dezembro) e até hoje nada mudou.

O que se assiste em Cabo Verde é o continuo abuso do sistema governamental, judicial e financeiro nacional.

Cabo Verde é um país considerado democrático, mas, as instituições que o governam continuam sendo influênciadas pelo partidarismo doentio, que continua embriagando os cidadãos.

Estamos a aproximar da época das campanhas políticas e precisamos unir e iniciar o trabalho de base nas zonas remetidas à pobreza.

Todos bem sabem que essa pobreza é uma forma dos governantes continuarem a pedir ajudas financeiras e orçamentais, para o uso pessoal dos governantes

Cabo Verde precisa de um novo grupo capaz de retribuir a dignidade cidadã aos cabo-verdianos. Peecisamos de pessoas competentes e determinadas em desenvolver o país sem ter que estar constantemente a pedir esmolas nas Nações Unidas.
Temos que ter projectos concretos para proteger os jovens das garras dos traficantes, criando empregos decentes para os mesmos. A criação de postos de trabalho para esses jovens é e terá que ser a prioridade de todos nós juntos. A Nova Onda é de todos os cabo-verdianos.

Milhares de hectares de solo araveis continuam sendo ignorados por esses incompetentes que apoderarão da fragilidade miserável da nossa sociedade.
As zonas rurais só precisam de investimentos e incentivos para sair desse abandono Governamental.

Com transporte e preços acessíveis teremos uma produção nacional estável e capaz de satisfazer as necessidades alimentares dos 550 mil habitantes nacionais. Estou convencido de que a produção nacional tem potencialidades para atingir níveis impressionantes com excesso que poderá ser utilizado para se vender na CEDEAO, onde existe a bem conhecida crise alimentar. Falar do excesso e falta de transporte, é o mesmo que falar da abandonada ilha de São Nicolau. A ilha produz e o produto é depois atirado ao lixo porque não houve transporte ou o preço não compensava as despesas.

Com a dessalinização da água do mar, teremos soluções para o desemprego e o aumento da produção agrícola que poderá ser exportado para a nossa costa africana.

Sendo ilhas pequenas, rodeada pelo Oceano Atlantico, e, até agora, dependentes de ajudas externas, não custa muito solicitar apoio de países como Canadá, Israel e Arábia Saudita para solucionar a crise da água para a produção de produtos agrícolas.Somos um país de água.

Decorridos 44 anos ,como país independente e “democractico”, incluindo os 27 anos de tentativa de aprendizagem do processo constitucional de governação (uma demanda das Nações Unidas), Cabo Verde continua sendo um pais aristocrático, onde um pequeno grupo de políticos fazem e desfazem como bem entenderem, ignorando a opinião pública e violando o conteúdo da constituição.

Essa classe político-social formada, na Praia, pretende destruir a união nacional e as populações das outras ilhas terão que unir no sentido de uma autonomia geral de todas as ilhas.

Vamos unir e mudar essas manobras ilegais e destruidoras do nosso futuro. Chegou a hora de organizarmos as nossas forças e projectos para avançarmos para o primeiro passo rumo à mudança. Nas ilhas também, grupos de activistas precisam unir e recolher 3 mil assinaturas nas autarquias onde acham que existe alguém capaz de gerir a câmara municipal de forma mais progressiva. Brevemente apresentar-se-ão grupos de profissionais capazes de gerir ministérios, instituições e empresas públicas nacionais. Vamos introduzir jovens gananciosos e capazes de desenvolver o país.

Com o apoio indispensável do dinheiro das ofertas internacionais, as arremessas dos emigrantes e as arrecadações nos serviços das alfândegas, criação de emprego nas zonas rurais, será suficiente para se estabilizar financeiramente o nosso país.

Baseando-me nos nomes constantes da lista de potenciais candidatos, posso declarar aqui que estamos no caminho certo e que brevemente, com o apoio de todos, teremos um novo Cabo Verde.

Serão pessoas experientes e que já comprovaram a sua competência profissional noutras paragens e portadores de conhecimentos básicos da política democrática internacional.

A Voz VIVA da Revolução para a total mudança governamental do nosso país está no horizonte de todos.

Eu já estou pronto a comandar o Ministério das indústrias territoriais, distribuição e coordenação das áreas irrigáveis, indústrias marítimas. Uma visão Nacional.

— 

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade





Mediateca
Cap-vert

Uhau

Uhau

blogs

publicidade

Newsletter

Abonnement

Copyright 2018 ASemana Online | Crédito: AK-Project