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Avelino Bonifácio Lopes: José Maria Neves é melhor candidato presidencial para pós covid-19 e liderar uma nova agenda para desenvolvimento de Cabo Verde 16 Setembro 2021

Num post que acaba de publicar na sua página de Fecebook, o antigo ministro da Economia, Crescimento e Competitividade, Avelino Bonifácio Lopes, analisa que, dos 7 candidatos “pré-selecionados” pelo Tribunal Constitucional e concorrentes ao Palácio do Plateau no próximo dia 17 de outubro, reforçou a sua escolha em José Maria Neves, ex-Primeiro-ministro de Cabo Verde, com base em 10 razões fundamentais que especifica mais a frente. «Não menos importante, José Maria Neves (JMN) é aquele que me dá garantias de, sendo eleito V Presidente da República (PR), dotar, como um dos principais pontos do seu caderno de encargos presidencial, mobilizar e orientar a nação para a retoma no pós-covid-19, unindo todos, e os fundamentais de cada um, para a edificação dos consensos de uma nova agenda inspiradora do desenvolvimento de Cabo Verde na sua segunda metade de século enquanto país independente», sintetizou, pedindo a todos os eleitores para se encontrarem nas urnas no próximo dia 17 de outubro. Confira o conteúdo do referido post, que publicamos a seguir.

Avelino Bonifácio Lopes: José Maria Neves é melhor candidato presidencial para pós covid-19 e liderar uma nova agenda para desenvolvimento de Cabo Verde

JMN: EM CONSCIÊNCIA, O MEU VOTO, NO MEU FUTURO

De acordo com a Constituição da República (CR), o “Presidente da República é o garante da unidade da Nação e do Estado, da integridade do território, da independência nacional e vigia e garante o cumprimento da Constituição e dos tratados internacionais”. Ele “representa interna e externamente a República de Cabo Verde e, por inerência das suas funções, é o Comandante Supremo das Forças Armadas”.

Trocado por miúdo, o Presidente da República (PR) é o mais alto magistrado da Nação, é o guardião da Constituição, é o defensor da unidade do Estado e é o garante do funcionamento do estado de direito e da democracia.

Para cumprir tão elevada função, o PR possui um vasto leque de competências previstas no art.135º da CR, nomeadamente, as inerentes às de Comandante Supremo das Forças Armadas, de presidir o Conselho da República e do Conselho Superior da Defesa, de dissolver a Assembleia Nacional, de dirigir mensagens à Assembleia Nacional, de convocar referendo, de nomear o Primeiro Ministro, o Presidente do Supremo Tribunal da Justiça e o Presidente do Conselho Superior da Magistratura e de indultar e de comutar penas.

O PR pode e deve saber quando e como socorrer-se do seu capital de honorabilidade, bem como das supremas instâncias do poder, para promover o diálogo e assegurar as boas relações entre as instituições, mormente entre os órgãos de soberania, mas também para mobilizar vontades e sinergias, consolidar a coesão e a solidariedade nacionais e para promover o desenvolvimento.

O PR é, por isso, um símbolo do Estado. Um Símbolo que, porém, não se pode confundir com “elemento decorativo”, pois, está dotado de um poder efetivo de soberania. E, se não chegasse, é suposto que o “PR não seja nem cego, nem surdo e nem mudo”, mas que antes olha (e vê) aqueles que escapam à sensibilidade ótica de outros, que escuta (e ouve) aqueles que outros preferem ignorar, que dá voz (e fala sobre) aqueles que outros preferem excluir.

Não pode haver dúvidas de que, para exercer tão distinta, quanto exigente, função, só podem estar habilitados, também distintos cidadãos nacionais, que granjeiam do mais amplo e insuspeito reconhecimento social, no país e nas diásporas, quanto à sua idoneidade - moral, ética, cívica e política.

10 razões principais para apoiar José Maria Neves

Dos 7 candidatos “pré-selecionados” pelo Tribunal Constitucional e concorrentes ao Palácio do Plateau no próximo dia 17 de outubro, compulsando os quesitos acima referidos, reforcei a minha escolha em JMN, com base nas seguintes 10 razões:

  • 1. Sobre ele não recair qualquer suspeição ou dúvida quanto à sua idoneidade;
  • 2. Dar garantias plenas de cumprir a CR e defender o estado de direito;
  • 3. Ter provas dadas em matéria da promoção e defesa da unidade nacional e da coesão territorial;
  • 4. Seu histórico de agir com apurado sentido de Estado e sempre em defesa dos interesses da Nação;
  • 5. Cultivar a paz, respeitar a justiça, as liberdades individuais e a democracia e promover a solidariedade social;
  • 6. Estar dotado de elevada capacidade de diálogo para construir consensos em torno das questões essenciais;
  • 7. Encher o país de orgulho pelo reconhecimento e elevado prestígio de que goza a nível internacional;
  • 8. Vivenciar, cultivar, defender e promover a cultura nacional e suas manifestações;
  • 9. Possuir um profundo conhecimento do país e das suas diásporas, com todos os seus desafios e desigualdades, mas também com as suas potencialidades e aspirações;
  • 10. Ter sensibilidade e capacidade, que baste, para unir e mobilizar a nação em torno dos fundamentais de desenvolvimento, com os necessários equilíbrios intergeracional e de género.

Não menos importante, JMN é aquele que me dá garantias de, sendo eleito V PR dotar, como um dos principais pontos do seu caderno de encargos presidencial, mobilizar e orientar a nação para a retoma no pos-covid-19, unindo todos, e os fundamentais de cada um, para a edificação dos consensos de uma nova agenda inspiradora do desenvolvimento de Cabo Verde na sua segunda metade de século enquanto país independente.

Encontrar-nos-emos, na urna, no próximo dia 17 de outubro!

Avelino Bonifácio Lopes

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