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Taxa de Segurnaça Aeroportuária: Presidente da AAVTCV alerta que agências de viagens e turismo não beneficiam da implementação da medida 04 Janeiro 2019

É convição da AAVTCV e seus associados que, assim como está a maioria das agências de viagens cabo-verdianas, estas não estarão em condições de beneficiar da implementação da Taxa de Segurança Aeroportuária, pelo menos no imediato. O alerta é do Presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo de Cabo Verde, Mário Sanches, para quem as agências nacionais, na sua maioria, não funcionam propriamente como agências de turismo e, quando acontece, o volume de negócios é ainda pouco expressivo.

Taxa de Segurnaça Aeroportuária: Presidente da AAVTCV alerta que agências de viagens e turismo não beneficiam da implementação da medida

« Isto equivale dizer que este novo quadro (introdução da Taxa de Segurança Aeroportuária a partir deste mês de Janeiro) deverá beneficiar essencialmente as grandes agências emissoras de turistas», realça o comunicado remetido ao Asemanaonline.

Segundo a mesma fonte, para que as agências de viagens e turismo cabo-verdianas possam ter uma parte importante desse bolo, é preciso que estas possam desenvolver mais a vertente do turismo e aumentar os seus negócios, algo que, desde a primeira hora, ainda da candidatura da atual gestão, esteve sublinhado na agenda e planos de atividades.

«Para isso, estamos seguros de que será necessário um programa de fomento empresarial e que possa ajudar as agências nesta necessária modernização e ampliação dos seus negócios e poderem assim acompanhar a evolução do mercado», defende o presidente da AAVTCV, citando algumas das ações a serem desenvolvidas.

Reforma do sistema de entrada no país e vantagens para grandes agências

Entretanto, AAVTCV diz registar, com normalidade, o anuncio da entrada em vigor da nova Taxa Aeroportuária no país, desde o dia 01 de janeiro. Um medida que, segundo a mesma entidade, está implementada num conjunto de reformas no quadro legal que regulamenta o regime jurídico de entrada, permanência, saída e expulsão de estrangeiros do território nacional, o chamado Processo Eficiente, Automático e Seguro de Entrada de Viajantes- EASE.

«E se a medida poderá ser boa no quadro de reforço da segurança e controlo das entradas e saídas de turistas e estrangeiros no país, é verdade que poderá ser uma oportunidade para as agências de viagens e turismo (as maiores) aumentarem o seu rendimento», lê-se no comunicado a que esta jornal teve acesso.

Celso Lobo

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