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Santo Antão: Município do Porto Novo com um caso de paludismo importado 07 Agosto 2017

Um caso de paludismo importado foi registado, recentemente, na cidade do Porto do Novo, em Santo Antão, envolvendo um cidadão da costa ocidental africana que fixou residência no bairro de Abufadouro. A nível nacional foram registados, até fins de julho, pelo menos 53 casos, mas as autoridades de saúde anunciam que « a situação está sob controlo» neste momento.

Santo Antão: Município do Porto Novo com um caso de paludismo importado

De acordo com as autoridades sanitárias de Porto Novo vitadas pela Inforpress, o referido caso no concelho foi registado em meados de Julho, quando o cidadão proveniente, provavelmente, da Nigéria, recorreu aos serviços de saúde com sintomas de paludismo, que acabou sendo confirmado.

Refere a mesma fonte que, nos últimos tempos, a Câmara Municipal do Porto Novo e a Delegacia de Saúde, em parceria com as associações de cariz social, têm levado a cabo, aos fins-de-semana, campanhas de limpeza nos diferentes bairros da cidade do Porto Novo, visando reforçar a luta anti-vectorial nessa urbe, que tem enfrentado algumas dificuldades a nível do saneamento.

Além de vazamento de esgotos em alguns pontos da cidade, por causa da saturação da já obsoleta rede de esgotos, as autoridades municipais têm estado também a braços com o problema de recolha do lixo devido a avarias nas viaturas para o feito.
A edilidade tem recorrido, segundo a agência cabo-verdiana de notícias, a meios alternativos para minimizar a situação, mas são muitas as queixas dos munícipes em relação ao cheiro nauseabundo e ao surgimento de focos de mosquitos sobretudo nos bairros periféricos.

53 casos no país

A nível nacional, a Direcção Nacional da Saúde garante que a situação do paludismo está “controlada”, não se tendo registado nenhum caso nos últimos dias. É que a capital cabo-verdiana, recorde-se, terá registado pelo menos 53 casos de paludismo desde o início do ano - 49 dos quais locais- números considerados anormais, já que a maioria dos doentes foi diagnosticado nos últimos dias de Julho.

Prevenindo-se contra a doença, as autoridades exortam a população a contribuir para a redução dos focos de mosquitos no país, colaborando na eliminação de águas paradas e do lixo. C/ Inforpress

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