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O navio Kriola poderá retomar, esta segunda-feira, ligação com Brava 12 Fevereiro 2018

O navio Kriola poderá retomar, esta segunda-feira, a ligação com a Brava, que se encontrava suspensa por causa das más condições meteorológicas que se registam neste momento em Cabo Verde. O anuncio é da administração da Cabo Verde Fast Ferry (CVFF), para quem há previsão para a melhoria do estado do tempo nas próximas horas.

O navio Kriola poderá retomar, esta segunda-feira, ligação com Brava

«Mediante encontro de hoje (11) entre a CV Fast Ferry e autoridades marítimas, aquando da situação do estado do tempo e da sua melhoria prevista para as próximas horas, somos a informar que, ficou em aberto a possibilidade de, nesta segunda-feira -12/02, ser levantada a interdição de saída de navios do Porto da PRAIA, permitindo assim a retoma das viagens do navio “KRIOLA”, mediante nova programação», diz em nota a CVFF.

A pensar nisso, informa a mesma empresa que os passageiros afetos às viagens antes suspensas devem ficar atentos aos contactos, pelas vias habituais - SMS, chamadas, email, Facebook, rádio nacional e rádios comunitárias - para que, logo que houver uma nova programação, possam seguir suas viagens.

Diante dos transtornos criados com a suspensão da carreira no eixo Fogo-Brava-Praia, a companhia pede e agradece a compreensão de todos, frisando «que colocará sempre a segurança das pessoas em primeiro lugar e que sempre que houver uma determinação das autoridades marítimas, estas serão acatadas e respeitadas».

Isolamento da Brava e prejuízos

Escusado será dizer os prejuízos que esta suspensão de carreira do navio Kriola causaram na rota Praia-Fogo-Brava e vice versa.“Pessoas com planos alterados, doentes à espera de evacuação, outras ainda com viagens programadas para o exterior mostram-se indignados e sequer sabem se haverá ligação marítima com a ilha Brava na próxima semana”, desabafou um comerciante da ilha ouvido por este jornal.

Mais: Familiares de duas pessoas, que sofreram um acidente de trabalho nas obras do Liceu Eugénio Tavares, estão “desesperadas” porque não há meios para encaminhá-las ao Hospital Regional de São Francisco em São Filipe-Fogo ou para o Hospital Central da Praia (HAN).

“Estão com pernas partidas e correm ainda o risco de contraírem infecções, porque não há como serem evacuadas para São Filipe ou Cidade da Praia. Aliás, esta situação debilita cada vez mais a nossa confiança com as autoridades e governantes locais e nacionais, e constitui um obstáculo ao desenvolvimento da ilha nos seus diversos sectores”, manifesta “Sequeira, emigrante bravense nos EUA.

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