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Mulheres chefiam maioria das famílias monoparentais em Cabo Verde 16 Maio 2017

As mulheres representam cerca de um terço dos agregados familiares monoparentais em Cabo Verde, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) cabo-verdiano.

Mulheres chefiam maioria das famílias monoparentais em Cabo Verde

Segundo as estatísticas dos agregados familiares apresentados por Alícia Mota, do INE, no âmbito de uma conferência para assinalar o dia mundial da família, 30,2% das famílias monoparentais no país são chefiadas por mulheres, contra 6,5% por homens.

Mas quando os agregados são conjugais, a responsável pelas estatísticas de género do INE disse que a maior parte (54%) são chefiados por homens, contra 46% das mulheres, todos com uma idade média de 45 anos.

Segundo o estudo, realizado no último trimestre de 2016 e enquadrado no Inquérito Multiobjetivo Contínuo (IMC) do INE, Cabo Verde conta com 147.379 agregados familiares, para uma população geral de 530 mil habitantes.

Do total dos agregados familiares cabo-verdianos, quase três quartos (70,6%) vivem no meio urbano e 29,4% vivem no meio urbano.
Em relação ao estado civil, o inquérito constatou que um terço dos agregados familiares cabo-verdianos (33,1%) vive em união de facto, 23,4% são divorciados e 19,1% são casados.

Na educação, a maior parte dos agregados familiares em Cabo Verde tem o ensino básico (45,3%) e o ensino secundário (26,8%), contra 10,4% com curso superior e 13,1% que nunca frequentou o ensino no país.

O estudo concluiu que o número médio de estudo dos agregados familiares cabo-verdianos é de sete anos e que dimensão média é de 3,6 pessoas.
Quanto à situação perante a atividade económica, a maioria dos representantes dos agregados familiares (68,5%) são ocupados, contra 26,5% inativos e 5% no desemprego.

Em declarações aos jornalistas, a ministra da Família e Inclusão Social de Cabo Verde, Maritza Rosabal, indicou que um programa de rendimento e inclusão social entra em funcionamento em agosto, após realização do cadastro social único, que vai determinar as famílias contempladas.

Segundo a governante, o programa irá contemplar questões como a integração, cuidados a crianças e idosos e apoio integrado às famílias. Fonte: Lusa

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