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Eleita da oposição denuncia proliferação de casas de lata no Sal 01 Outubro 2017

A líder do PAICV na Assembleia Municipal, na ilha do Sal, considerou, hoje(30), que a Câmara “falhou grandemente” a nível da habitação, já que prometeu acabar com as barracas no primeiro mandato, mas ainda não deu “sinais claros” nessa matéria. Por isso, Kátia Medina diz que a oposição está preocupada com a proliferação de casas de latas por vários bairros da ilha mais turística de Cabo Verde.

Eleita da oposição denuncia proliferação de casas de lata no Sal

Atendendo o quadro descrito, a deputada tambarina critica que a acção do executivo do Edil Júlio Lopes neste primeiro ano de mandato não passou de operação de marketing. “Nós entendemos que a Câmara falhou grandemente a nível da habitação, porque uma das bandeiras desta candidatura foi acabar com as barracas num mandato de quatro anos. Ou seja, se queríamos acabar com as barracas em quatro anos nós tínhamos pelo menos, de estar a dar sinais claros de trabalho nesta área”, apontou Kátia Medina em entrevista à Inforpress.

Considerando que se devia estar a estancar o surgimento de novas barracas, a líder da bancada do maior partido da oposição na AM local disse que, antes pelo contrário, está-se é a verificar o crescimento de barracas a cada dia no Alto de Santa Cruz, Alto São João e Terra Boa, mas também em Santa Maria, na descida de Fátima, tanto à direita no acesso ao Algodoeiro, como à esquerda.

“Têm-se verificado o surgimento de mais barracas, de construção de estruturas ilegais nessas zonas, sem nenhuma acção preventiva, de fiscalização… o que é gravíssimo”, denunciou a dirigente tambarina.

“E nós não sabemos como é que a Câmara vai fazer para resolver a situação actual, de pessoas a viverem nessas condições, mormente acabar com as barracas na ilha do Sal”, questionou em tom de cepticismo.

Segundo ainda a agência cabo-verdiana de notícias, ao fazer essa leitura, Kátia Medina defende que, tendo a Câmara prometido eliminar as barracas na ilha, deveria ter um plano ou uma acção de fiscalização para controlar e evitar o crescimento das casas de lata na ilha mais turística de Cabo Verde.

“Nós não vemos isso, nem no orçamento anterior nem na sua execução ao longo deste ano”, referiu, apelando as pessoas a conhecerem e acompanharem a vida do município para que saibam de facto o que está a passar e não fiquem duvidosas ao se fazer qualquer tipo de análise.

“É preciso sermos verdadeiros com a população. Não podemos estar a tratar as questões de forma superficial. Há problemas que devem ser acautelados sob pena de pormos em risco o desenvolvimento sustentável da ilha do Sal”, enfatizou Kátia Medina citada pela Inforpress.

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