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Polémica com o Hub aéreo no Sal: Maioria dos cabo-verdianos preocupada com a medida 14 Novembro 2017

Está instalada a polémica sobre a medida do Governo relativa ao cluster aéreo. É que, conforme a ronda feita pelo Asemanaonline, cabo verdianos estão preocupados com essa decisão do Executivo de Ulisses Correia e Silva de pretender fixar a base do Hub Aéreo na ilha do Sal - temem por aumento nos custos de passagens e ocupação do mercado da TACV por companhias estrangeiras.

 Polémica com o Hub aéreo no Sal: Maioria dos cabo-verdianos preocupada com a medida

Conforme anunciou o Palácio da Várzea, o Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, no Sal, vai ser a base do Hub aéreo em Cabo Verde. Assim, a partir de Janeiro do próximo ano, todos os voos da TACV para o exterior serão efectuados a partir desta ilha mais turística do arquipélago.

A medida em causa está longe de reunir consenso no país. Segundo apurou este diário digital, cidadãos e operadores económicos de todas as ilhas dizem-se preocupados com essa decisão governamental de se fixar a base do Hub Aéreo no Sal. Tudo por causa do possível aumento nos custos das passagens e nos transportes de cargas - tem que se passar a pagar da ligação entre Sal e o resto do país.

Descontentes com a medida, muitos são aqueles que têm criticado essa solução encontrada para a implementação da estratégia do Governo no tocante ao sector de transportes aéreos no país e na região ocidental africana. Além dos aspectos referidos, os críticos questionam como ficará o Aeroporto Internacional Nelson Mandela da Praia que tem em curso um plano de expansão, por ser um dos aeroportos que acolhe a maior fatia do tráfego de passageiros de Cabo Verde.

Confronto pelos jornalistas se não será uma desvantagem para a TACV, que abdica do mercado -BinterCV tomou conta das linhas domésticas desde agosto do ano passado - a favor de outras companhias estrangeiras como TAP, Sata e Royal Air Marroc, o ministro cabo-verdiano da Economia e Emprego, José Gonçalves, disse que o importante é que o passageiro tenha alternativas e a concorrência reflecte-se em melhores preços para o passageiro.

Gonçalves fez estas afirmações ontem,12, à margem do acto que marcou o primeiro aniversário do início das operações da Binter - Cabo Verde no país. O governante garantiu que o arquipélago tem o prazo, de até finais de Junho de 2018, para completar o processo de entrada do Estado no Capital Social da BinterCV - vai subscrever 49% do total das acções .

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