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Guiné-Bissau: Governo demissionário reage a sanções da CEDEAO 15 Fevereiro 2018

Ainda no rescaldo das sanções impostas pela CEDEAO às personalidades guineenses, o executivo cessante disse, hoje (14), que "é uma medida injusta e parcial que pode criar mais problemas na Guiné-Bissau".

Guiné-Bissau: Governo demissionário reage a sanções da CEDEAO

Segundo o comunicado assinado pelo governo demissionário da Guiné-Bissau, a imposição de sanções contra 19 personalidades guineenses, entre as quais o filho do Presidente José Mário Vaz, “é uma atitude atentatória à soberania e independência nacionais”.

Para a RFI que cita um despacho da Reuters, diz o governo cessante que as sanções têm como fito colocar em causa os poderes do Presidente guineense, cujo mandato, lembra o executivo, "advém do voto popular e nunca da vontade, benevolência ou simpatia de outros chefes de Estado".

Na óptica do governo cessante, seria o Presidente Alpha Condé, mediador da CEDEAO, quem estaria com intenções de impingir aos guineenses um primeiro-ministro da sua conveniência, neste caso Augusto Olivais, conforme se diz no Acordo de Conacri. Por isso, o executivo demissionário promete convocar, com carácter de urgência, uma cimeira de líderes da CEDEAO para lutar contra as sanções que qualifica de "injustas" contra as 19 personalidades, sendo maior parte deles pertencente ao chamado grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC.

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