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Forças Armadas demonstram suas capacidades na Gamboa 18 Janeiro 2010

Demonstração de Tatoo em terra e no mar, operações utilizando técnicas de rappel, slide e resgate em falésia, uma simulação de uma abordagem conjunta desencadeada pelos Fuzileiros, envolvendo o Espadarte, foram algumas das manobras inseridas ainda nas comemorações do 43º aniversário das Forças Armadas Cabo-verdianas (FAC), que teve lugar este domingo, 17, na praia da Gamboa, cidade da Praia.

Forças Armadas demonstram suas capacidades na Gamboa

Mais uma vez os praienses foram brindados com várias manobras, simulações e demonstrações das perícias e capacidades de salvamento das FAC. Um autêntico espectáculo tanto em terra como no mar.

Para o comandante da 3ª Região Militar, as manobras servem, sobretudo para demonstrar que os Fuzileiros estão preparados para qualquer eventualidade de defesa do país tanto em terra como no mar. “Os Fuzileiros estão mesmo preparados para isso”, garantiu Jorge Andrade, realçando o papel das FAC na protecção da nossa zona económica exclusiva bem como a participação em várias outras actividades de segurança, em colaboração com as outras instituições, nomeadamente Polícia de Ordem Pública e Polícia Judiciária.

Neste sentido, Jorge Andrade reiterou que para que os cidadãos possam tirar maior proveito da sua instituição militar é preciso que sintam confiança nas FAC, que estão sempre presente para defender o país.

Ao contrário de outras actividades semelhantes, Andrade lamenta a ausência do público praiense na Gamboa. Mas nem isso tirou a espectacularidade das manobras. E talvez por isso também, os poucos curiosos que marcaram presença eram bons. Paulo Lima, 25 anos, disse ao asemanaonline que assistiu a “actividades importantes” que demonstram que o país está seguro.

Mesma opinião tem Vanusa, 24 anos. “Trata-se de actividades extraordinárias e importantes para o país, sobretudo no que diz respeito às buscas e salvamento no mar”, disse.

O dia das FAC celebra-se a 15 de Janeiro. A data assinala os 43 anos em que militares cabo-verdianos, que tinham beneficiado de uma formação militar em Cuba, se comprometeram a abraçar a luta armada para a libertação do arquipélago do domínio colonial português.

RP

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