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Festival da Baía em S.Vicente: Brasileira Joelma encerrou primeiro dia de forma poderosa, Anselmo Ralp actua à noite 12 Agosto 2017

Faltavam 12 minutos minutos para as 07:00 da manhã de hoje quando a brasileira Joelma despediu-se do público da Baía das Gatas debaixo de um monumental aplauso, após cerca de duas horas de espectáculo classificado de electrizante. O certame será encerrado logo mais -prossegue às 21H00 - por elenco de artistas de renome, com destaque para o angolano Anselmo Ralph e Carnaval com Dudu Nobre.

Festival da Baía em S.Vicente: Brasileira Joelma encerrou primeiro dia de forma poderosa,   Anselmo Ralp actua  à noite

Faltavam 12 minutos minutos para as 07:00 da manhã de hoje quando a brasileira Joelma despediu-se do público da Baía das Gatas debaixo de um monumental aplauso, após cerca de duas horas de espectáculo classificado de electrizante.

E foi saltar e cantar e interagir, num casamento perfeito com a mole humana que, estoicamente, aguentou e acompanhou a artista até a última canção.

Joelma, que regressou ao Festival da Baía das Gatas quatro anos depois, encontrou, portanto, um público fiel, que tinha na ponta da língua as letras de todas as canções.

Mesmo que tenha apresentado um espetáculo baseado em temas dos dois mais recentes álbuns desde que empreendeu uma carreia a solo, em 2016, após o “divórcio” com a Banda Calypso, que integrou durante dezasseis anos, o certo é que o estilo manteve-se e este é bem conhecido do público da Baía das Gatas.

O momento alto ocorreu na ponta final da actuação da artista brasileira quando ela surgiu no palco envolvida nas bandeiras de Cabo Verde e do Brasil, para gáudio do público.

Antes, da diáspora tinham chegado ao palco as vozes de Titina, Maria Alice e Ana Firmino, de Portugal, Toi Cabicinha, dos EUA, e ainda o violão de Armando Tito, de Portugal, a que se juntaram o pianista Chico Serra e a voz de Jorge Sousa, estes dois últimos “pratas da casa”.

Proporcionaram, ao longo de cerca de duas horas um desfile de mornas e coladeiras, sobretudo, temas sucesso de sempre do folclore cabo-verdiano, actuações que, de uma forma geral, agradaram um público específico que todos os anos já se habituou a este tipo de desfile de vozes e sons.

Ademais, trata-se de nomes firmados no universo musical das ilhas e que impõem respeito, quer pela qualidade, quer pelo percurso.

Chico Serra, por exemplo, que abriu o palco do grupo de sete artistas do Encontro de Vozes, dominou o seu piano por cerca de 20 minutos, Ana Firmino lembrou Paulino Vieira com o tema “Un cria ser poeta” e Titina cantou a “Noite de Mindelo”.

Maria Alice trouxe temas de Toi Vieira e Armando Tito, “o dedilhador das ilhas”, com o seu violão ao peito fez malbarismos e confessou: “Estou emocionado, é a minha primeira vez neste festival, estou muito feliz”.

Toi Cabicinha encerrou com um tema latino-americano, após cantar duas mornas.

Badoxa chegou logo a seguir e a Baía das Gatas voltou a “fazer barulho” não fosse ele o interprete de estilos tipo tarraxinha, zouk e kizomba, que caem que nem uma luva no gosto da juventude que, às 03:30, dominava o areal da praia da baía.

Mandou tirar os pés do chão, acender os telemóveis, cantar e pular e, após desfilar vários temas que o tornanram conhecido em Cabo Verde, concluiu a actuação de hora e meia com o sucesso “Controlá”, contado em uníssono pela Baía das Gatas.

A festa continua logo mais, a partir das 21:00, quando subirem ao palco um grupo de DJ locais, ao que se lhes seguem as actuações do , que convida Constantino Cardoso e Anísio, Djodje, e o reggae-man Alborosie, que baixa o pano no segundo dia. Fonte: Inforpress

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