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Festival 13 de Maio: Câmara de Santa Catarina aposta em eventos com custos reduzidos para tesouraria 10 Maio 2017

“Com este festival inauguramos uma nova lógica de organização de grandes eventos, afectando o menos possível a tesouraria municipal, e apostando forte numa Agenda Cultural diversificada, centrada numa programação permanente e não estando focada apenas em festivais”. Esta declaração foi feita esta terça-feira, pela vereadora da Cultura, Jassira Monteiro, que, com o Festival 13 de Maio orçado em 1.500 contos, “inaugura” o novo modelo de evento que a autarquia quer para os próximos tempos em Santa Catarina.

Festival 13 de Maio: Câmara de Santa Catarina aposta em eventos com custos reduzidos  para tesouraria

“No próximo sábado sobe ao palco do Polivalente de Assomada o Festival 13 de Maio. O Pelouro da Cultura aposta, este ano, num modelo mais reduzido, apenas um dia, sem contudo pôr em causa a qualidade do espectáculo e a dignidade das celebrações do 16º aniversário da elevação de Assomada a Cidade”, reitera a vereadora da Cultura.

Ao anunciar o formato do festival - com um custo total de aproximadamente 1.500 contos e com um o preço de bilheteira de 500 escudos – Jacira Monteiro informa que o festival de música o começa às 21 horas de sábado e não se prolongará para além das 4 horas do dia seguinte pois , considera “é fundamental controlar, no máximo possível, os efeitos negativos que, necessariamente, um evento deste tipo pode trazer ao direito ao sossego dos residentes nas imediações do Polivalente”.

Artistas e conjuntos convidados

Lejemea, Tó Semedo, Nissah Barbosa, Hélio Batalha e Fidjus de Codé di Dona são os nomes de cartaz dos artistas nacionais, a que se juntam figuras locais como Rapasis de Rincon, Batucadeiras de Boa Entrada, Kreolinha, Wilson e Zidane, Lucy e Leinira, Two Jays e Alex Jimmy.

Tendo este festival como modelo, Jacira Monteiro garante ainda que a autarquia santa-catarinense vai apostar na organização de eventos musicais, de custo reduzido, e “que tenham por palco o Polivalente, a Praça Central, mas também o Centro Cultural Norberto Tavares, construindo um eixo de divulgação para os novos nomes da música santa-catarinense e cabo-verdiana”.

A vereadora da Cultura quer que esses eventos sirvam para a promoção de jovens artistas de Santa Catarina e da Região de Santiago Norte. A este propósito, a vereadora é de opinião que “os jovens artistas locais de Santa Catarina, precisam de um empurrão para trilharem o seu percurso no caminho da música”.

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